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O Eduardo Raon perguntou aos reclusos se tinham feito o trabalho proposto na sessão anterior, os passeios cegos, aqueles que requerem mais atenção auditiva. Mas as respostas foram negativas. Na verdade, os 4 reclusos acreditam que conhecem todos os sons, todos os passos, todas as chaves a rodarem nas fechaduras, todas as pingas de água que caem das torneiras. Cada um dos participantes falou de sons que gostava e que não gostava. Por exemplo, sons como o borbulhar de uma garrafa de coca-cola a abrir, ou do mar, do vento ou dos passos. O Eduardo partilhou três vídeos com os participantes para que se percebesse que a música pode ser feita de várias formas, incluindo através do nosso corpo e da voz.