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Que o poema seja da pessoa que o diz! 

É o que pretende António, que dá dicas a Alexandre a Graça, para que se “apropriem” o mais possível das palavras que andam a repetir ao longo destas sessões.

Graça diz mais uma vez o seu poema- Inquietação- E António pede-lhe para  imaginar que está a dizer ao Alexandre algo que a está a incomodar. Como que partilhasse o que sente, o que a preocupa. O que a inquieta. 

Outra dica: que tente abandonar o papel e deixe que o olhar pouse em que a está a ouvir.   E que não corra quando diz  ‘porquê não sei’. Talvez  imaginar uma pergunta de outra pessoa e responder. 

Já Alexandre treinou o poema com a família e confessa que foi um momento de outro mundo. Riram bastante. Como António quer encontrar formas interessantes de gravar os poemas para os integrar no projecto final, sugeriu ao Alexandre que recupere essa sessão familiar para o momento da gravação.

António quer também que falem um pouco, antes de dizer o poema, sobre o poema em si, como entrou nas suas vidas e que impacto teve. Que sentido fez.

Alexandre voltou ao poema Impossível. E António pediu-lhe “mais olhos’, que desenhe melhor as palavras e que articule um pouco mais e diga muitissimo devagar ‘Mas ir, contigo, à igreja, isso não vou, / Lá essa é que eu não caio!’.