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Graça, Rui e Alexandre estiveram presentes. Fernando faltou.
Os poemas são para sair da alma e não apenas da boca. É assim que começa a sessão, com esta advertência de António que é uma espécie de mapa para que todos se encontrem neste território comum que é a poesia. O poema, diz António, tem que ser nosso, temos que o dizer a alguém, tem que ter ritmo. Todos leram poemas e trabalharam a técnica da leitura.
António terminou a sessão a reunir as dicas que fora dizendo: trabalhar o poema como “meu”, juntar as palavras no verbo, dividir bem as ideias e ter as variações de cores presentes. No fundo, coordenadas para encontrar o poema.