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Marcial começou por ler o poema “Escada Sem Corrimão”, de David Mourão Ferreira. Armandina leu o que escreveu sobre Lamalonga. A terra está-lhe no coração. António ajudou a construir um poema com palavras de Armandina e esta leu-o. Treinou, por partes, o ritmo do poema com a ajuda de António. Foram fazendo alguns ajustes ao poema. Deu-lhe a liberdade para alterar o texto, caso achasse melhor e combinaram que Armandina o ia decorar. Marcial deixou no quarto as folhas com as anotações sobre as memórias. António desafiou-o a dizer de cabeça o que se lembrava. Marcial cantou. Já com as folhas na mão, Marcial partilhou memórias e fez um exercício: sempre que houvesse uma repetição no texto tinha de olhar para António. Depois, para juntar a música com a leitura, António sugeriu cantar a parte repetida do poema. Uma espécie de poema cantado.