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Sempre que António fala em decorar o poema, Ana mostra-se insegura.
Mas decorar não é fechar os olhos e dizer. Decorar é dizer de coração. Os olhos até podem pousar na folha, mas as palavras têm de vir de dentro. António sugere que imagine que está a falar com alguém. A quem é que Ana pode dizer este poema? Talvez uma amiga?
Para que o poema chegue ao coração é necessário ter uma razão para lá chegar. E esses caminhos também se treinam. Vitor lê um poema . António quer que sejam eles, também no futuro os autores do que lêem. Mas hoje Vitor lê as palavras de António Gedeão.
O António usa o poema para explicar que este tem vários momentos: uma espécie de apresentação, depois o monumento em construção como se tivesse imagens diferentes.
E assim surge um novo desafio: pensar em quantos quadros um pintor precisaria de pintar para demonstrar os vários espaços que passam no poema, nesse caminho até ao coração.