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Alexandre, Fernando e Graça estavam presentes. Faltou o Rui. Nesta sessão, continuamos com as cores. Poemas vermelhos sangue de boi, cinzentos, brancos, pretos, azuis escuros, azuis cor de céu.
As palavras, sugeriu António, devem ser todas ditas, devagar, e devem se juntar com sentido, com os sentidos, para que se sintam, porque um poema tem vários andamentos, várias ideias, várias velocidades. Um poema é uma coisa (em) grande.