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Tatiana, Sabrina e Mafalda são as participantes da sessão de hoje.
As três combinam que, hoje, cada uma vai decorar um poema que António lhes enviou, e na próxima semana irão trazer um poema que gostem. Mafalda ficou com o “Pássaro na Cabeça”, de Manuel António Pina e promete escolher um poema de Miguel Torga. Sabrina vai ler “Às Massas”, de Luísa Ducla Soares. O segundo poema fica para escolher mais tarde. Mafalda é a primeira a interpretar o poema “Pássaro na Cabeça”. Trata-se de um pássaro a falar, e portanto, António sugere que Mafalda leia o poema mais devagar e com mais calma. As palavras têm de ser bem ditas e bem desenhadas para que se perceba melhor a essência do poema. É também importante que a imaginação não falte. Mafalda relê lentamente o poema e imagina que o pássaro está a cantar dentro da cabeça da pessoa para quem Mafalda se está a dirigir, como se o estivesse a dizer a uma amiga, olhos nos olhos e lentamente. Sabrina lê o poema “Às Massas”. António afirma que este poema tem que ser dito em tom de brincadeira. E, afinal, todos os poemas têm que rimar? António diz que não. E como é que o pássaro conseguiu entrar na prisão? António afirma que através da imaginação se pode entrar e sair de qualquer sítio.